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Pablo Picasso: um dos mais importantes representantes do movimento cubista Resumo Movimento das artes plásticas, sobretudo da pintura, que a partir do início do século XX rompe com a perspectiva adotada pela arte ocidental desde o Renascimento. É o mais influente movimento deste século.Os artistas pintam objetos achatados, e com isso eliminam a ilusão de tridimensionalidade. Revelam, porém, várias faces da figura ao mesmo tempo. Retratam formas geométricas como cubos e cilindros, que fazem parte da estrutura de figuras humanas e de objetos que pintam. Por isso o movimento ganha, numa ironia, o nome de cubismo. As cores em geral limitam-se a preto, cinza, marrom e ocre. Cubismo Série de artigos sobre História da arte Arte pré-histórica Arte antiga Arte medieval Idade Moderna Arte moderna * Nazarenos * Pré-rafaelitas * Realismo * Naturalismo * Impressionismo * Pós-impressionismo o Pontilhismo o Divisionismo * Simbolismo * Art nouveau * Expressionismo o Fovismo o Die Brücke o Der Blaue Reiter * Vanguardas * Abstraccionismo * Neoplasticismo * Cubismo * Construtivismo * Bauhaus * Suprematismo * Realismo socialista * Dadaísmo * Surrealismo * Futurismo Arte contemporânea Juan Gris, 1914: Homem no café O Cubismo é um movimento artístico que ocorreu entre 1907 e 1914, tendo como principais fundadores Pablo Picasso e Georges Braque. O Cubismo tratava as formas da natureza por meio de figuras geométricas, representando todas as partes de um objeto no mesmo plano. A representação do mundo passava a não ter nenhum compromisso com a aparência real das coisas. O movimento cubista evoluiu constantemente em três fases: * Cubismo pré-analítico - ou Cubismo Cézanniano - uma espécie de "preparação" para o cubismo, onde as primeiras características surgem. * Cubismo analítico - que se caracterizava pela desestruturação da obra, pela decomposição de suas partes constitutivas; * Cubismo sintético - foi uma reação ao cubismo analítico, que tentava tornar as figuras novamente reconhecíveis. Desta última fase decorrem dois movimentos: * Orfismo * Secção de Ouro Influências O Cubismo teve uma influência profunda na História da Arte, particularmente sobre tendências posteriores, como o abstracionismo geométrico e o minimalismo. Cubistas e artistas com obras cubistas * Pablo Picasso * Georges Braque * Juan Gris * Kazimir Malevich * Lyonel Feininger * Fernand Léger * Umberto Boccioni * Robert Delaunay * Diego Rivera * Alexandra Nechita * Tarsila do Amaral Dadaísmo * Nazarenos * Pré-rafaelitas * Realismo * Naturalismo * Impressionismo * Pós-impressionismo o Pontilhismo o Divisionismo * Simbolismo * Art nouveau * Expressionismo o Fovismo o Die Brücke o Der Blaue Reiter * Vanguardas * Abstraccionismo * Neoplasticismo * Cubismo * Construtivismo * Bauhaus * Suprematismo * Realismo socialista * Dadaísmo * Surrealismo * Futurismo Arte contemporânea O movimento Dadá (Dada) ou Dadaísmo foi uma vanguarda moderna iniciada em Zurique, em 1916, no chamado Cabaret Voltaire, por um grupo de escritores e artistas plásticos, dois deles desertores do serviço militar alemão e que era liderado por Tristan Tzara, Hugo Ball e Hans Arp. Embora a palavra dada em francês signifique cavalo de brinquedo, sua utilização marca o non-sense ou falta de sentido que pode ter a linguagem (como na língua de um bebê). Para reforçar esta idéia foi criado o mito de que o nome foi escolhido aleatoriamente, abrindo-se uma página de um dicionário e inserindo-se um estilete sobre a mesma. Isso foi feito para simbolizar o caráter anti-racional do movimento, claramente contrário à Primeira Guerra Mundial. Em poucos anos, o movimento alcançou, além de Zurique, as cidades de Barcelona, Berlim, Colônia, Hanôver, Nova York e Paris. * 1 Principais características * 2 Representantes do início do movimento * 3 Ver também * 4 Bibliografia Principais características Kleine Dada Soirée, 1922. Litografia de Theo van Doesburg e Kurt Schwitters. O Dadaísmo é caracterizado pela oposição a qualquer tipo de equilíbrio, pela combinação de pessimismo irônico e ingenuidade radical, pelo ceticismo absoluto e improvisação. Enfatizou o ilógico e o absurdo. Entretanto, apesar da aparente falta de sentido, o movimento protestava contra a loucura da guerra. Assim, sua principal estratégia era mesmo denunciar e escandalizar. A princípio, o movimento não envolveu uma estética específica, mas talvez as formas principais da expressão dadá tenham sido o poema aleatório e o ready made. Sua tendência extravagante e baseada no acaso serviu de base para o surgimento de inúmeros outros movimentos artísticos do século XX, entre eles o Surrealismo, a Arte Conceitual, a Pop Art e o Expressionismo Abstrato. É niilista (não acredita em nada), experimentalista, espontâneo, trabalham com o acaso, fazem montagens de imagem, junção entre diferentes formas de expressão, incorpora objectos, sons e imagens do cotidiano nas suas obras. Abrange as áreas das artes plásticas, fotografia, música, teatro, etc. O poeta romeno Tristan Tzara, um dos principais representantes do movimento, dá uma receita, em seu último manifesto, para fazer um poema dadaísta: Pegue um jornal. Pegue a tesoura. Escolha no jornal um artigo do tamanho que você deseja dar a seu poema. Recorte o artigo. Recorte em seguida com atenção algumas palavras que formam esse artigo e meta-as num saco. Agite suavemente. Tire em seguida cada pedaço um após o outro. Copie conscienciosamente na ordem em que elas são tiradas do saco. O poema se parecerá com você. E ei-lo um escritor infinitamente original e de uma sensibilidade graciosa, ainda que incompreendido do público. Marcel Duchamp, Ready-made Representantes do início do movimento * Tristan Tzara * Marcel Duchamp * Hans Arp * Julius Evola * Francis Picabia * Max Ernst * Man Ray * Kurt Schwitters * Raoul Hausmann * Guillaume Apollinaire * Hugo Ball * Theo van Doesburg * Johannes Baader * Arthur Cravan * Jean Crotti * George Grosz * Emmy Hennings * Richard Huelsenbeck * Marcel Janco * Clement Pansaers * Hans Richter * Sophie Täuber * Beatrice Wood * Hannah Hoch Ver também * Vanguarda * Arte contemporânea * Arte conceitual Bibliografia * Richter, Hans. Dadá: arte e anti-arte. Ed. Martins Fontes. 1993. * Chilvers, Ian. Dicionário Oxford de Arte. Tradução:Marcelo Brandão Cipolla. São Paulo: Martins Fontes, 1996. * Dempsey, Amy. Estilos, escolas e movimentos. Tradução: Carlos Eugênio Marcondes de Moura. São Paulo: Cosac & Naify, 2003. 304 p. Futurismo * Nazarenos * Pré-rafaelitas * Realismo * Naturalismo * Impressionismo * Pós-impressionismo o Pontilhismo o Divisionismo * Simbolismo * Art nouveau * Expressionismo o Fovismo o Die Brücke o Der Blaue Reiter * Vanguardas * Abstraccionismo * Neoplasticismo * Cubismo * Construtivismo * Bauhaus * Suprematismo * Realismo socialista * Dadaísmo * Surrealismo * Futurismo Arte contemporânea O futurismo é um movimento artístico e literário, que surgiu oficialmente em 20 de fevereiro de 1909 com a publicação do Manifesto Futurista, pelo poeta italiano Filippo Marinetti, no jornal francês Le Figaro. Os adeptos do movimento rejeitavam o moralismo e o passado, e suas obras baseavam-se fortemente na velocidade e nos desenvolvimentos tecnológicos do final do século XIX. Os primeiros futuristas europeus também exaltavam a guerra e a violência. O Futurismo desenvolveu-se em todas as artes e influenciou diversos artistas que depois fundaram outros movimentos modernistas. * 1 mots en liberté: tipografia futurista * 2 Pintura futurista * 3 Futurismo no Brasil * 4 Futurismo em Portugal * 5 Ver também * 6 Ligações externas mots en liberté: tipografia futurista No primeiro manifesto futurista de 1909, o slogan era Le mots en liberté ("Liberdade para as palavras") e levava em consideração o design tipográfico da época, especialmente em jornais e na propaganda. Eles abandonavam toda distinção entre arte e design e abraçavam a propaganda como forma de comunicação. Foi um momento de exploração do lúdico, da linguagem vernacular, da quebra de hierarquia na tipografia tradicional, com uma predileção pelo uso de onomatopéias. Essas explorações tiveram grande repercussão no dadaísmo, no concretismo, na tipografia moderna, e no design gráfico pós-moderno. Pintura futurista Auto-retrato de Umberto Boccioni Ver artigo principal: Pintura do futurismo A pintura futurista foi influenciada pelo cubismo e pelo abstracionismo, mas a utilização de cores vivas e contrastes e a sobreposição das imagens pretendia dar a ideia de dinamismo – deformação e desmaterialização por que passam os objetos e o espaço quando ocorre a ação. Para os futuristas, os objetos não se esgotam no contorno aparente e os seus aspectos interpenetram-se continuamente a um só tempo. Procura-se neste estilo expressar o movimento real, registrando a velocidade descrita pelas figuras em movimento no espaço. O artista futurista não está interessado em pintar um automóvel, mas captar a forma plástica a velocidade descrita por ele no espaço. Seus primeiros seguidores foram Umberto Boccioni, Carlo Carrá e Luigi Russolo, que lançaram um manifesto no teatro Chiasella em Turim, em 8 de março de 1910. Futurismo no Brasil O futurismo influenciou diversos artistas que depois fundaram outros movimentos modernistas, como Oswald de Andrade e Anita Malfatti, que tiveram contacto com o Manifesto Futurista e com Marinetti em viagens à Europa já em 1912. Após uma interrupção forçada pela Grande Guerra, o contato foi retomado. Foi certamente uma das influências da Semana de Arte Moderna de 1922, e seus conceitos de desprezo o passado para criar o futuro e não à cópia e veneração pela originalidade caiu como uma luva no desejo dos jovens artistas de parar de copiar os modelos europeus e criar uma arte brasileira. Oswald , principalmente, apercebeu-se que o Brasil e toda a sua multiplicidade cultural, desde as variadas culturas autóctones dos índios até à cultura negra, representavam uma vantagem e que com elas se podia construir uma identidade e renovar as letras e as artes. Futurismo em Portugal Ver artigo principal: Futurismo em Portugal Logo em 1909 o Manifesto de Marinetti, foi traduzido do Le Figaro no Diário dos Açores, mas passou despercebido. Em Março de 1915 Aquilino Ribeiro, numa crónica parisiense anuncia na revista Ilustração Portuguesa o movimento futurista aos Portugueses. Mas foi no número dois da Revista Orpheu, dirigida por Fernando Pessoa e Mário de Sá-Carneiro que o futurismo aparece como movimento em Portugal. Na revista aparecem quatro trabalhos de Santa-Rita Pintor, e a Ode Marítima de Fernando Pessoa, mereceu de Sá Carneiro a apreciação de "Obra Prima do Futurismo". Em 4 de Abril de 1917, é realizada no Teatro República (São Luis) em Lisboa uma matinée para apresentação do futurismo ao público português. Participam Almada Negreiros, Santa-Rita Pintor e outros, onde se leram textos de Marinetti e outros futuristas. Em Novembro-Dezembro de 1917 Santa-Rita preparou o lançamento da Revista Portugal Futurista, que foi apreendida à porta da tipografia, por subversão e obscenidade de alguns textos. Com a morte de Santa-Rita e Amadeu em 1918 e a partida de Almada para Paris o movimento Futurista Português entra em declínio.