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Catalão (Goiás) Município de Catalão "A cidade das flores ou A Atenas de Goiás" Brasão de Catalão Bandeira de Catalão Brasão Bandeira Hino Aniversário 20 de agosto Fundação 30 de abril de 1833 Gentílico catalano Lema Viver aqui é bom demais! Prefeito(a) Adib Elias Júnior (PMDB) Localização Localização de Catalão [mostrar a localidade num mapa interactivo] 18° 10' 12" S 47° 56' 31" O18° 10' 12" S 47° 56' 31" O Estado Goiás Mesorregião Sul Goiano Microrregião Microrregião de Catalão Região metropolitana Municípios limítrofes Ouvidor, Três Ranchos, Goiandira, Nova Aurora, Cumari, Campo Alegre, Ipameri, Araguari, Cascalho Rico, Coromandel, Guarda-Mor, Paracatu. Distância até a capital 255 quilômetros Características geográficas Área 3.777,652 km² População 75.623 hab. cont. IBGE/2007 [1] Densidade 19,0 hab./km² Altitude 835 metros Clima tropical de altitude Cwa Fuso horário UTC-3 Indicadores IDH 0,818 elevadoPNUD/2000 PIB R$ 2.538.840.000,00 IBGE/2005 PIB per capita R$ 35.974,00 IBGE/2005 Catalão é um município brasileiro do estado de Goiás. Localiza-se à latitude 18° 9' 57" sul e à longitude 47° 56' 47" oeste e à altitude de 835 metros. Sua população foi recenseada em 2007 como sendo de 75 623 habitantes [2] e seu PIB de mais de 2,5 bilhões de reais em 2007 o coloca como a sexta maior economia do Centro-Oeste e a terceira de Goiás[3] neste ano. Possui área de aproximadamente 3778 km2. Também dá nome ao distrito sede do município (os outros dois são Pires Belo e Santo Antônio do Rio Verde) e a uma microrregião do Estado de Goiás, formada pelos municípios de Catalão, Ipameri, Ouvidor, Três Ranchos, Davinópolis, Goiandira, Cumari, Nova Aurora, Anhangüera e Corumbaíba. * 1 História o 1.1 Período pré-Colombiano o 1.2 Período colonial o 1.3 Período imperial o 1.4 Período republicano * 2 Cultura o 2.1 Congadas * 3 Estrutura administrativa e demográfica * 4 Economia o 4.1 Infra-estrutura o 4.2 Agropecuária + 4.2.1 Situação fundiária o 4.3 Indústria o 4.4 Mineração o 4.5 Emprego, renda e distribuição de renda * 5 Geografia o 5.1 Relevo o 5.2 Solo e uso o 5.3 Sítio urbano o 5.4 Aspectos naturais o 5.5 Hidrografia o 5.6 Clima * 6 Esporte e lazer * 7 Bairros do município * 8 Quadro de distâncias * 9 Emissoras de rádio e televisão * 10 Naturais ilustres * 11 Ligações externas * 12 Referências História Período pré-Colombiano Caiapós Caiapós Não se conhece ao certo há quanto tempo iniciou-se a ocupação humana nas terras do atual município de Catalão. Sabe-se, contudo, que a região onde se situa o mesmo era habitada por dois grupos de indígenas no início do século XVIII : nas áreas atualmente correspondentes aos distritos de Catalão e Pires Belo, habitavam os Caiapó, muito provavelmente os mesmos que são hoje conhecidos como Panará e que atualmente habitam o Mato Grosso. Esses indígenas eram seminômades e é de se supor que conheciam a agricultura da abóbora, mandioca, milho e amendoim, pelo menos. Já na região do atual distrito de Santo Antônio do Rio Verde não é certo que viviam os caiapós do sul, tendo sido aventada a possibilidade de haverem vivido nesta área um grupo genericamente conhecido como carijós[4], que foram mais tarde levados pelos portugueses para uma redução (local onde os colonizadores reuniam os índios para catequizá-los) nos atuais municípios de Vazante, Paracatu ou Guarda-Mor. Há também a hipótese que afirma que os índios da chapada divisora das bacias do Paranaíba e São Francisco (como é o caso do Chapadão de Catalão) pudessem ser os Araxás[5][6] ou mesmo os Cariris[7], se bem que a região estivesse próxima a aldeia de Itapiraçaba, dos índios caiapó do sul.[8] Seja como for, o certo é que, ao contrário das áreas planálticas e repletas de veredas férteis do oeste e sul do município, sabida e longevamente ocupadas por caiapós do sul, a região da chapada, no nordeste do município, deveriam ser áreas de passagens para várias tribos, até por que, não apresentavam condição de cultivo para tribos sedentárias, embora fossem muito provavelmente fartas em animais para pesca e sobretudo, caça, dadas estas mesmas condições. Período colonial Gravura do século XVIII, mostrando bandeirantes Gravura do século XVIII, mostrando bandeirantes Embora desde 1580 expedições portuguesas tenham visitado as terras que hoje correspondem a Goiás, a referência histórica mais antiga sobre a ocupação do atual território catalano refere-se ao ano de 1728, e pode ser encontrada na obra História de Goiás em Documentos, de autoria do padre e historiador hispano-brasileiro Luis Palacín Rodríguez. Neste texto há relatos da época sobre a existência de um certo sítio do Catalão, sendo que este era supostamente um clérigo originário da Catalunha que acompanhou o bandeirante Bartolomeu Bueno da Silva, o Anhangüera, em sua bandeira e que possivelmente deveria estar, já por esta data, residindo na área que daria origem ao município, portanto, desde 1722, já que foi neste ano que a referida bandeira entrou nas terras que viriam a ser Goiás. Como em 1736, Dom António Luís de Távora, filho do primeiro conde de Alvor e esposo da quarta Condessa de Sarzedas, para cumprimento de ordens reais, veio ao território goiano e mencionou a existência do dito sítio, fica bastante evidente a existência de povoamento em Catalão. A segunda referência histórica mais antiga sobre o "Sítio de Catalão" foi escrita pelo primeiro historiador de Goiás, o padre Luís Antônio da Silva e Souza, em seu texto O descobrimento da Capitania de Goyaz, em 1812. Ele descorre sobre o assasinato do capitão de uma companhia militar que veio de Minas Gerais, após ter tido uma desavença com o Domingo Rodrigeus do Padro, genro de Bartolomeu Bueno da Silva, O Anhanguera filho. Isso deve ter ocorrido entre 1732 e 1736. [9] [10] É relevante destacar que a expressão "sítio", à época, tinha um significado bem mais amplo, remetendo de maneira mais conforme à expressão latina situ, que a originou. Neste sentido, sítio era mais que uma propriedade, era um lugar habitado. De toda forma, no sítio do Catalão conta-se haver estabelecido um certo clérigo de origem catalã, o qual, muito provavelmente em companhia de outras pessoas, produzia víveres para os bandeirantes que iam para as minas de ouro mais ao centro da então capitania de Goiás. Era Catalão, então, centro de abastecimento das bandeiras e da gente que viria a ocupar Goiás. Desta forma, Catalão é um dos únicos municípios de Goiás, além de Formosa (Arraial dos Couros - 1749 ) cuja povoação iniciou-se antes de 1800 que não surgiu em função da existência de ouro. Em 1810, um fazendeiro chamado Antônio Manuel cedeu um lote de suas terras para a construção da igreja de Nossa Senhora Mãe de Deus. Este foi movido não só pela devoção, mas também pelo interesse de atrair moradores para a região e valorizar suas terras. Nesta igreja começaram a celebrar festas religiosas; surgem então ao redor da igreja armazéns e vendas, dando início a um comércio e, com isso, um povoado, que posteriormente se torna arraial, vila e cidade. Período imperial Mapa do século XIX, em que consta Catalão Mapa do século XIX, em que consta Catalão Em 1824 o arraial de Catalão tinha dezoito casas e uma igreja ou capela, segundo estatística feita neste ano pelo brigadeiro Cunha Matos. Todavia, a pequena urbe deveria ser maior, já que por "casa" se entendia apenas as construções de alvenaria, se ignorando os "ranchos", feitos de pau-a-pique e recobertos por folhas de coqueiros, em especial o babaçu. Em 1828, já havia um povoado na região com o nome de sempre. Este povoado, em 1833, foi elevado à condição de município e, sua sede, à de vila, desmembrando-se de Santa Cruz. Na década de 1830, era conhecida por ser uma região próspera, mas também era muito violenta. A violência não era por disputa de terras nem crimes e sim pelas disputas pessoais ou decorrentes de crimes passionais. No ano de 1850, Catalão tornou-se sede da Comarca do Rio Paranaíba, a qual abrangia também os atuais municípios de Ipameri e Corumbaíba[11], deve se destacar que por volta dessa época, o município fazia parte de duas rotas comerciais que vinham da Corte para o Estado de Goiás, uma provindo de Uberaba e outra de Araxá. Em 20 de agosto de 1859, a vila tornou-se cidade e, em 1868, foi criado o primeiro mercado público no município[12]. Panoramas do que era a vida em Catalão em meados do século XIX podem ser encontrados na obra de Bernardo Guimarães, O Índio Afonso[13][14] Em fins do século XIX, possuía de 190 a 200 casas e pouco mais de mil habitantes. Em 1892, figurava em quarto lugar em arrecadação do Estado; com a aproximação da estrada de ferro, nesta década, pelo Triângulo Mineiro, chegando até o município de Araguari (Minas Gerais), passou para primeiro lugar. O coronelismo já havia adquirido forma definida no começo da década de 1860. Era a época do domínio do coronel Roque Alves Azevedo, que contava com o apoio unânime da Câmara Municipal. Não se sabe nem como nem quando, o coronel Roque deixou de ser chefe político, mas por volta dos fins de 1860 começa a ascensão de Antônio Paranhos à condição de líder máximo da comunidade; também nesta década, foi juiz em Catalão Bernardo Guimarães, o qual inclusive publicou em uma de suas obras (O Ermitão de Muquém) a história de personagens baseados em tipos humanos que ele viu na comarca. É importante destacar que o município de Catalão era, já na década de 1880 o mais populoso do Estado de Goiás (posto que a cidade só alcançaria no censo de 1920 ), o que de certa forma reflete o dinamismo econômico do mesmo. Todavia, é lícito recordar que, ao município de Catalão correspondiam todos os municípios que atualmente estão na região do mesmo nome, além de Urutaí, embora essa observação também valha para os demais municípios de Goiás por esta época, visto que todos eles sofreram desmembramento, sendo a esta época, pois, bastante maiores que atualmente. Período republicano Catalão em 1892; Expedição Cruls Catalão em 1892; Expedição Cruls Prefeito de Catalão e Presidente da República Prefeito de Catalão e Presidente da República Nos primeiro anos do século XX, Catalão era fornecedora de gado e charque para as regiões produtoras de café. Na década de 1910, com a chegada da ferrovia, o município, que passara a vender também arroz e feijão para as regiões cafeicultoras e se torna o mais rico município do Estado de Goiás, além do mais populoso do Centro-Oeste, com 34.524 habitantes[15]. Todavia, a transferência da capital estadual para Goiânia, urdida por Pedro Ludovico Teixeira na década de 1930; a transferência da capital nacional para Brasília, na década de 1960 e a modernização da economia de Uberlândia, nas décadas de 1970 e 1980, por deslocarem o centro econômico da região, fizeram a importância do município declinar sensivelmente. Somente a descoberta e posterior exploração de minérios no Domo Ultramáfico Alcalino de Catalão I e no Domo Ultramáfico Alcalino de Catalão II, em especial nióbio e fosfato, dão novo alento à economia catalana que volta a se desenvolver. Nova crise surge no começo da década de 1990, com a privatização da Goiasfértil (hoje Fosfértil) pelo governo federal e a perda de competitividade do fosfato nacional. No entanto, a forte industrialização do município, motivada por políticas estaduais de incentivos fiscal, a partir da segunda metade da década de 1990, torna a economia catalana, em 2005, a terceira mais importante de Goiás, atrás apenas de Goiânia e Anápolis, a despeito de ter apenas a 16ª população do Estado. Culturalmente o município também renasce, com a valorização por parte da mídia das Congadas, a reforma de patrimônios históricos, como a Igreja de São João, a construção de museus, bibliotecas e de um centro cultural. No campo da educação, o município, que fora o primeiro do interior a contar com uma escola regular e o primeiro do Estado a ter uma escola pública, torna-se na década de 1980 o primeiro do interior a contar com um campus da Universidade Federal de Goiás[16]; na mesma década, instala-se o ensino profissional, com unidades de ensino do Senai e do Senac, co-responsáveis pelo alto índice de qualificacão profissional do município. Em meados da década de 2000, bem servida por hospitais, escolas, universidades, transportes, telecomunicações e com uma das economias mais fortes do Estado de Goiás [17], estando entre os primeiros nos setores industrial [18], agro-pecuarista, comercial[19] e de extração mineral[20], além de ter sua cultura e tradições nacionalmente reconhecidas [21], e políticas de integração social, cultural e tecnológica, Catalão se consolida como um dos mais importantes municípios goianos. Com cerca de 23 Km² de área urbanizada[22] o município é considerada um centro urbano regional isolado de nível 3 pelo IBGE. Cultura Museu Cornélio Ramos Museu Cornélio Ramos O município dispõe de uma rede de infra-estrutura e produção cultural bastante significativa (tendo em vista o pequeno porte de sua população), contando com um centro cultural equipado com anfiteatro; quatro outros anfiteatros (do Colégio Mãe de Deus; do CESUC, da CDL e da Universidade Federal de Goiás); uma biblioteca pública; cinco telepontos de informática (sendo um na zona rural); um cinema; um coreto; três escolas de dança; três escolas de música; dois corais; duas orquestras; dois grupos teatrais; um museu; e inúmeros ateliês. O municípo é, inclusive, terra natal de várias personalidades culturais, que vão da música popular (Amado Batista) às artes plásticas (Goiandira de Couto), passando por um dos maiores latinólogos do Brasil, o diplomata Willian Agel de Melo, autor de onze dicionários bilíngües entre o português e línguas neolatinas, como sardo, catalão, galego e rético. É também terra natal de cineastas e dramaturgos, ainda que estes tenham menor expressão. Por tudo isso e cognominada, por sua vasta e antiga produção cultural, a Atenas de Goiás. Congadas Congadas de Catalão Congadas de Catalão As Sound? congadas são parte de uma manifestação folclórica e religiosa bastante antiga em Catalão. Desde 1820, em toda última sexta-feira do mês de setembro, estendendo-se por parte da primeira quinzena de outubro, acontecem as congadas em Catalão. As congadas são festas religiosas de sincretismo afro-católico em homenagem a Nossa Senhora do Rosário dos Pretos (um avatar de Maria, mãe de Jesus), e uma das mais antigas manifestações folclóricas e religiosas de todo o Centro-Oeste. Cerca de 4.500 pessoas, agrupadas em dezenas de grupos chamados "ternos", dançam pelas ruas do município em homenagem a referidas Senhora do Rosário. Estes grupos de pessoas, que ao mesmo tempo dançam, também tocam instrumentos de percussão e entoam cânticos tradicionais, podem ser de várias denominações, como "moçambiques", "congos", "catupés-catunda", "pajés", cada qual com seus uniformes e ritos específicos. A festa atrai a cada ano cerca de 100 mil visitantes a Catalão.[23] Estrutura administrativa e demográfica O município de Catalão é dividido em três distritos: Catalão, que é o distrito sede, Pires Belo e Santo Antônio do Rio Verde. Há também dois povoados que estiveram quase extintos: Pedra Branca e Olhos D'Água. Todavia, estes apresentam atualmente possibilidade de fugir ao topocídio, já que vêm sendo construídos no local muitos ranchos para pescaria. Em relação à população rural, há três situações distintas: no Chapadão de Catalão, onde predomina a agricultura extensiva, a densidade demográfica é menor e a concentração fundiária, significativa; no sudeste do município, ainda no distrito de Santo Antônio do Rio Verde, predominam propriedades de médio e grande porte e pecuária de corte e; na porção ocidental do município, em áreas dos distritos de Catalão e Pires Belo, predominam a agropecuária familiar. Nesta porção do território catalano a densidade demográfica é maior e a concentração fundiária, menor. Economia Em 2005, apesar de ser apenas o 14° mais populoso município de Goiás, Catalão apresenta o terceiro maior PIB do Estado de Goiás, perdendo apenas para a capital Goiânia e para Anápolis (por menos de 10%). Seus habitantes têm igualmente a terceira maior renda per capita dos estado, atrás apenas de Chapadão do Céu e São Simão. A economia catalana encontra-se também entre as maiores em todos os setores da economia goiana: têm uma indústria forte, um setor de serviços e comércio bastante desenvolvidos, agropecuária produtiva e é a maior província mineral do estado de Goiás. Todavia, a maior característica da economia catalana, ao menos no que tange aos municípios mais ricos de Goiás[24] é sua desigualdade social, sensivelmente menor. Assim, mais do que um município de muita gente rica, o modelo catalano privilegiou a classe média, sendo a sociedade catalana menos desigual do que, por exemplo, os municípios do sul e sudoeste goianos, como Rio Verde, Jataí e Itumbiara. Infra-estrutura Composição da FCA Composição da FCA Catalão é servida por diversas rodovias, que ligam o município ao Triângulo Mineiro (e daí ao Sul e ao Sudeste); a Goiânia (e de lá ao Norte), a Brasília (e de lá ao Nordeste), ao sul de Goiás (e daí ao Mato Grosso) e ao Alto Paranaíba (e de lá a Minas Gerais e ao Nordeste); também no que diz respeito ao setor de transportes, o município conta com um ramal ferroviário da FCA e um aeroporto. O município conta, no setor de energia, com uma usina hidrelétrica, a de Emborcação, no rio Paranaíba, e mais uma em construção, a da Serra do Facão, no Rio São Marcos[25], além de uma termoelétrica[26]. Cumpre destacar que, em relação à distribuição, o município chega próximo a universalidade na zona urbana e bastante significativa na zona rural, a partir de cinco subestações de distribuição (três na zona urbana e mais uma em cada distrito do município). Em relação à distribuição de água, feita por empresa municipal, nos distritos ela é feita a partir de poços artesianos e, na sede, sobretudo através de uma estação de tratamento de água captada na bacia do Ribeirão Samambaia. O esgoto é tratado em duas unidades, uma que atende ao setor industrial e outra ao comercial-residencial; todavia, apenas 60% das residências são servidas por redes de esgoto. Quase todas as ruas são pavimentadas. No setor de educação e capacitamento profissional, o município, além de dispor de uma ampla rede de escolas (estaduais, municipais, confessionais e privadas), conta com um campus da Universidade Federal de Goiás e uma faculdade privada, ambas com diversos cursos superiores ofertados. Dispõe ainda de unidades do SENAI, SENAC, SENAR e SESI e, em função disso, os índices de alfabetização e capacitação profissional do municípios estão entre os mais altos de todo o Estado de Goiás. Agropecuária Plantação de soja, o mais importante produto da agricultura comercial catalana Plantação de soja, o mais importante produto da agricultura comercial catalana Plantação de alho, o mais importante produto da agricultura familiar catalana Plantação de alho, o mais importante produto da agricultura familiar catalana A despeito do município ter o terceiro maior PIB industrial de Goiás, a agropecuária do mesmo também é uma atividade econômica significativa, está entre os grandes produtores estaduais de soja, milho, trigo, arroz, feijão, mandioca, café, mandioca e palmito de Goiás[27], sendo que o cultivo de grãos dá-se sobretudo no distrito de Santo Antônio do Rio Verde. Possui também considerável e rebanhos de aves e bovinos, no distrito de Catalão. No geral, a produção agropecuária dá-se conforme se pode ver abaixo: Produto Produção Soja 238.500 toneladas Milho 77.000 toneladas Trigo 7.500 toneladas Algodão 5.670 toneladas Arroz 4.320 toneladas Sorgo 4.320 toneladas Feijão 1.830 toneladas Frangos 370.000 cabeças Ovos 165.000 dúzias Bovinos 173.000 cabeças Vacas ordenhadas 30.000 cabeças Litros/Leite/Ano 39.300.000 litros Principais produtos agropecuários de Catalão IBGE em 2005. Situação fundiária Em linhas gerais, há duas realidades distintas em Catalão. A leste do Rio São Marcos, no distrito de Santo Antônio do Rio Verde, predomina a agropecuária extensiva, prenominando na agricultura o cultivo de soja e milho, além de trigo, arroz e algodão; na pecuária, a criação de gado bovino de corte, em especial animais de raça zebu e na silvicultura, o plantio de pinus elliot e eucalipto. Já a oeste do rio São Marcos, nos distritos de Catalão e Pires Belo, predomina a pecuária de leite, com gados de raças mistas como a girolanda e a criação domésticas de pequenos animais; a agricultura de subsistência e o cultivo de alho; e na silvicultura o plantio de eucalipto, sobretudo em pequenas propriedades. Indústria Pátio da Mitsubishi, maior empresa automobilística instalada em Catalão. Pátio da Mitsubishi, maior empresa automobilística instalada em Catalão. A economia do município está assentada nos segmentos mínero-metal-mecânico, sedia o Distrito Mínero Industrial (Dimic) de propriedade do governo estadual. As principais empresas lá instaladas são as montadoras John Deere e Mitsubishi. Também merece destaque as empresas instaladas na área mineradora conhecida como "Chapadão". Lá destacam-se as empresas Mineração Catalão, Copebrás e Fosfértil, as quais, além de plantas extratoras, contam também com plantas industriais. Além disso, polariza a indústria do vestuário na região. Embora a economia secundária esteja fortemente consolidada pelos segmentos mínero-metal-mecânico, a indústria do vestuário é representativa no município, com mais de 150 micro e pequenas indústrias formais e informais. O segmento é representado em especial pelo setor de moda íntima. Para promover o aumento da sua competitividade, o Ministério da Integração Nacional, em parceria com a Federação das Indústrias do Estado de Goiás, Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e Senai, executa, desde 2006, o programa de desenvolvimento econômico de Arranjo Produtivo Local (APL) de confecções de moda íntima feminina. As ações estão voltadas para a capacitação dos recursos humanos e assistência técnica e tecnológica. Seu intuito é ampliar os conhecimentos das empresas em gestão da produção, comercialização e marketing, com a consequente qualificação do produto e expansão do mercado. Mineração Complexo mínero-químico da Fosfértil em Catalão Complexo mínero-químico da Fosfértil em Catalão Complexo mínero-químico da Copebrás em Catalão Complexo mínero-químico da Copebrás em Catalão Já em 1892, Catalão foi reconhecida pela Expedição Cruls como um município repleto dos mais variados tipos de minérios, sendo que o diamante em particular é explorado no mucípio desde o início do século XIX. No entanto, para além de tem sido encontrados em Catalão alguns dos maiores e mais preciosos diamantes do Brasil [28], o município possui ainda algumas das maiores jazidas minerais do Estado de Goiás, com depósitos de Argila, Argila Refratária (Caulim), Brita (Basalto), Fosfato, Nióbio, Titânio, Turfa, Vermiculita, Urânio, Tório, Estrôncio e terras raras (Lantânio, Cério, Praseodímio, Neodímio, Samário, Európio, Gadolínio, Érbio, Ítrio, Itérbio, Lutécio e Térbio). [29][30][31][32][33][34][35]. Todavia, apenas alguns desses minérios são explorados, como é o caso do nióbio (explorado pela Mineração Catalão), do fosfato (explorado e industrializado pela Fosfértil e Copebrás) e das argilas, exploradas por várias companhias ceramistas instaladas no município. Os demais minérios identificados já estão com seus depósitos registrados para as mais diversas companhias, como é o caso do titânio, registrado pela Companhia Vale do Rio Doce. De toda forma, as jazidas são abundantes, conforme pode-se ver baixo (os dados estão em toneladas métricas), para os minérios mais importantes: * Argila para cerâmica vermelha – 400.000 toneladas medidas * Argilas refratárias – 43.566.031 toneladas medidas 16.569.719 toneladas indicadas * Brita – 8.305.156 m³ medidos * Fosfato – 96.717.737 toneladas medidas 112.349.098 toneladas indicadas * Nióbio – 1.317.560 toneladas medidas 5.123.368 toneladas indicadas * Titânio – 4.889.981 toneladas medidas 5.483.860 toneladas indicadas * Turfa – 443.860 toneladas medidas 233.737 toneladas indicadas[36] * Vermiculita – 2.000.000 toneladas indicadas Emprego, renda e distribuição de renda O Índice de Gini, que mede a concentração de renda, e vai de 0 (distribuição mais perfeita) a 1 (distribuição mais desigual), no município é de 0,59 o que o torna o menos desigual entre todos os municípios goianos com mais de 30 mil habitantes, com reflexos significativos no padrão de vida de sua população em geral[37] [38]. Geografia Mapa de Catalão Mapa de Catalão O município de Catalão encontra-se a sudeste do Estado de Goiás, numa área com duas feições de relevo distintas: os planaltos ondulados, do tipo mares de morro do oeste e uma área de chapada, mais plana e mais alta, a nordeste. As altitudes variam entre 650 e 1.200 metros. O relevo é bastante compartimentado, com depressões nos vales dos rios São Marcos e Paranaíbas, uma chapada a nordeste e mares de morro no restante do município. A despeito de pequenas áreas onde há remanescentes de mata atlântica, o domínio morfoclimático típico é o dos Cerrados. Há dois climas: tropical continental nas áreas mais baixas e tropical de altitude nas mais altas, embora em todas haja verões chuvosos e invernos bastante secos. O embasamento rochoso é do Complexo Araxá, com rochas entre 650 milhões e um bilhão de anos, com farto predomínio de rochas cristalinas, em especial metamórficas, como xistos e gnaisses, além de quartzos os mais diversos. Há dois complexos ultramáficos no município: Catalão I e Catalão II. Neles há importantes jazidas de nióbio, fosfato (exploradas), titânio, vermiculita e terras raras. Relevo Relevo de Catalão Relevo de Catalão O município de Catalão possui duas paisagens geomorfológicas distintas: a nordeste do Rio São Marcos, uma área plana de chapada, com altitudes oscilando em torno dos 1.000 metros e ao sul desta, escarpas e mares de morro ; a oeste do referido rio, áreas mais acidentadas, entremeadas por pequenos vales fluviais chamados veredas, com altitude oscilando em torno dos 800 metros. Finalmente, as porções mais baixas do território encontram-se na parte meridional do mesmo, nas margens do rio Paranaíba, cercania dos povoados de Pedra Branca e Olhos d'Água, onde as altitudes estão próximas dos 650 metros e o relevo é suave. Indo destes vales para as direções norte e leste, começam os domínios de mares de morro, os quais predominam largamente no município; neles, as altitudes aumentam paulatinamente, chegando a estar entre 800 e 900 metros na região do município de Catalão e a mais de 1.200 metros, seguindo rumo ao norte. Finalmente, na porção nordeste do município, ocupando cerca de 100 mil hectares, se encontra o Chapadão de Catalão, que se prolonga pelo Estado de Minas Gerais, quase todo acima da cota dos mil metros de altitude. É uma área de relevo bastante plano, com baixa declividade e solos profundos, cercado por áreas bastante escarpadas ao sul e pelos rios Paranaíba, a leste, e São Marcos, a oeste. Em relação ao sítio urbano, ocorrem três formas de relevo básicas: morros, pequenos vales e áreas planas elevadas. Os morros do município são três: o de São João é o mais alto e no alto do qual existe a Igreja de São João, construção de relevante interesse turístico; Três Cruzes, no alto do qual situa-se o centro cultural e Santo Antônio, o mais baixo dos três e que tem em seu cume, a igreja de Santo Antônio, que também tem interesse histórico. Entre estes morros há um sem número de vales e baixadas, entrecortados por córregos como os do Almoço e do Pirapitinga. Finalmente, ao norte do sítio urbano, há uma área plana e alta, com altitude de cerca de 900 metros, que é para onde o sítio urbano mais está se expandindo. Solo e uso Um parque, com solo a vista Um parque, com solo a vista Devido a sua grande extensão, no município de Catalão há, classificados pelo IBGE[39] 10 paisagens pedológicas. Nestas 10 paisagens, há 4 tipos de solo dominantes: na porção oriental temos três domínios pedológicos: na área da Chapada de Catalão predominam largamente os latossolos vermelho-amarelos eutróficos; um pouco mais ao sul, na área de cuestas e escarpas que envolvem a porção meridional da Chapada, temos a presença dominate dos neossolos litólicos (litossolos) e ao sul, no sudeste do município, há uma paisagem pedológica onde predominam largamente os latossolos vermelhos eutróficos. Caminhando rumo a oeste, em toda a porção central do município de Catalão, há uma área de predomínio de cambissolos háplicos, em associação com vários tipos de latossolos, inclusive com uma pequena porção em que estes, na sua apresentação vermelho amarelo distrófica. Por fim, na porção ocidental do município, predominam os argissolos, em várias apresentações, em geral vermelho-amarelos. Acompanhando os tipos pedológicos, o uso da terra também varia bastante: assim, na porção oriental, nas áreas de latossolos vermelho-amarelos eutróficos da Chapada, domina o cultivo de grãos (soja, milho, trigo, feijão); nas áreas de litossolos não há qualquer atividade agropecuária e nas áreas de latossolos vermelhos do sudeste catalano, predomina a pecuária de corte. Na porção central, onde dominam os cambissolos, predominam a agropecuária familiar, com pequenas lavouras e áreas de pecuária leiteira, a qual domina o uso da terra na porção ocidental, área de predomínio dos argissolos. Sítio urbano Horizonte norte, do morro das Três Cruzes Horizonte norte, do morro das Três Cruzes O sítio urbano localiza-se nas cabeceiras do Ribeirão Pirapitinga, um pequeno afluente do rio Paranaíba, que deságua próximo do município de Anhangüera. Situa-se em altitudes que vão de cerca de 800 metros, nos arredores do ribeirão Pirapitinga e do córrego do Almoço, até mais de 900 metros, próximo aos três morros do município (São João, Santo Antônio e Três Cruzes) e das áreas elevadas e planas do norte do município. O município é bem servido de praças e lagos artificiais, contruídos para amenizar a baixa umidade do ar no inverno local (quase sempre entre 20% e 30%) e servir de áreas de lazer. Conta com um pequeno bosque, no setor das Mansões; uma pequena área de vegetação hidrófila de Cerrados, no alto curso do ribeirão Pirapitinga; uma reserva biológica de Mata Atlântica, no setor Universitário e; uma grande área de cerrados, no chamado "Pasto do Pedrinho", área de propriedade da municipalidade onde se planeja a construção de um parque zoobotânico. No alto curso do córrego do Almoço há ainda charcos e bosques de buritis, mas em áreas privadas. Todavia, em função sobretudo do fato de ter já quase 300 anos e ter crescido na forma de "surtos" de desenvolvimento, bem como do número de veículos (mais de 30.000 [40]), bastante significativo para um município de 74.400 habitantes e das muitas vias estreitas e subdmensionadas, o tráfego no sítio urbano chega a ser bastante confuso, sobretudo nas vias de maior circulação. Outro ponto negativo são as queimadas, feitas ilegalmente nas áreas baldias e que acontecem justamente no inverno, quando o ar é mais seco, o que causa um significativo índice de pessoas com problemas respiratórios nesta época do ano.[41] Aspectos naturais Cerrado, elemento natural característico Cerrado, elemento natural característico Ver artigo principal: Cerrado O município de Catalão encontra-se quase que exclusivamente no complexo dos cerrados: vegetação de cerrado típico, campo cerrado, cerradão, veredas, além de manchas eventuais de mata atlântica. Os animais são em sua maioria aqueles dos cerrados, com alguns tipos comuns em áreas de mata atlântica, incluindo animais quase extintos em Goiás, como a anta e a piracanjuba. Em relação ao sítio urbano, seja em função da relativamente abundante presença de praças, parques, bosques e reservas, seja por que muitas das casas contam com quintais arborizados com árvores frutíferas, o que garante alimento constante e diverso, no sítio urbano de Catalão há um abundante número de espécies e espécimes de animais. Entre estes, dominam os pássaros, sobretudo passariformes e psitaciformes e estrigiformes, mas também aves mais raras, como urutaus, tucanos e canários da terra. Todavia há também inúmeras variedades de peixes, répteis e até mamíferos, alguns bastante incomuns para um sítio urbano, encontrados nos bosques, como macacos, sagüis, pacas, tamanduás, capivaras e lontras, dentre outros. Hidrografia Os principais rios que cortam o município são os rios Paranaíba, São Marcos, Veríssimo e São Bento. Além destes há um sem número de cursos d'água de menor monta, merecendo algum destaque o ribeirão Pirapitinga, que corta o sítio urbano e o ribeirão da Custódia, que atravessa importante região agrícola. Clima O clima[42] do município é o tropical de altitude, com duas estações bem definidas, uma seca, que normalmente ia de junho a setembro, e uma chuvosa, que ia de dezembro a março. A pluviosidade média oscila em torno dos 1.300 mm. Esporte e lazer Esporte e lazer em um lago artificial Esporte e lazer em um lago artificial O esporte no município de Catalão conta com apenas duas agremiações desportivas profissionais, o CRAC, Clube Recreativo e Atlético Catalano, e o Catalão Atlético Clube. O primeiro já conquistou duas vezes o campeonato estadual e é o clube de futebol mais antigo do estado de Goiás, tendo algumas torcidas organizadas, como a "T.o.C.A" (Torcida organizada Comando Azul) Máfia Azul e a TOL (Torcida Organizada do Leão. Para além do futebol, há alguns competidores profissionais de esportes individuais, sobretudo ciclismo (montain bike e cross country), taekwondo e xadrez. De um modo geral a infra-estrutura para a prática do esporte é bastante razoável, tendo o município um estádio com capacidade para oito mil torcedores, um ginásio poliesportivo com capacidade para seis mil pessoas, uma piscina olímpica, uma pista de atletismo e duas pistas de skate, além de inúmeros campos e quadras poliesportivas públicas, tanto na zona urbana, quanto na zona rural do município. Há também um clube polidesportivo, com quadras, campos e piscinas públicos. Já as opções de lazer no município, por um lado são bastante razoáveis para crianças, já que estas contam com mais de 30 praças bem distribuidas pelo município, além de uma "rua do lazer" e um considerável complexo poli-esportivo e para idosos que têm a seu dispor um centro de inserção bastante equipado, com piscina e salão de eventos, dentre outros equipamentos. Não obstante, as opções são significativamente restritas para jovens e adultos, tendo o município uma vida noturna mesquinha (mas em processo de aprimoramento) e poucos eventos culturais e desportivos à disposição. Bairros do município Um dos vários lagos artificiais Um dos vários lagos artificiais O município de Catalão é composta por 72 bairros e loteamentos[43], são os principais: * Bairro das Américas * Bairro Castelo Branco * Bairro Jardim Paulista * Bairro Mãe de Deus * Bairro Margon * Bairro Nossa Senhora de Fátima * Bairro Pio Gomes * Bairro Santo Antônio * Bairro São Francisco * Bairro São João * Setor Central * Jardim Paraíso * Lago das Mansões * Loteamento Ipanema * Loteamento Jardim Brasiliense * Loteamento JK * Loteamento Monsenhor Souza * Loteamento Pontal Norte * Loteamento Santa Cruz * Loteamento Santa Terezinha * Mangueiras * Vila Dona Erondina * Setor Universitário * Vila Chaud * Vila Cruzeiro I e II * Vila Liberdade I e II * Vila Mutirão * Vila União Quadro de distâncias O horizonte sul, visto do morro São João O horizonte sul, visto do morro São João O município de Catalão, localizada no extremo sudeste de Goiás, está localizada a distâncias relativamente curta das capitais estadual e federal e mediana das principais metrópoles do sudeste brasileiro. Em um raio de 1.000 km a partir dela habitam pouco mais de 70 milhões de habitantes; são as distâncias: * Goiânia: 259 km * Ipameri: 55 km * Pires do Rio:112 km * Anápolis: 315 km * Caldas Novas: 115 km * Três Ranchos: 27 km * Itumbiara: 255 km * Rio Verde: 466 km * Jataí (Goiás): 482 km * Brasília: 330 km * Uberlândia: 114 km * São Paulo: 738 km * Belo Horizonte: 590 km * Araguari: 76km * Uberaba: 220 km * Franca: 280 km * Ribeirão Preto: 359 km * Campinas: 537 KM * São José dos Campos: 679 KM * Curitiba: 1123 km * Florianópolis: 1500 km * São José do Rio Preto: 400 km * Cuiabá: 1450 km * Rio de Janeiro: 1.171 km * Londrina: 825 km * Campo Grande: 1100 km Emissoras de rádio e televisão Antenas, vista W do mesmo Antenas, vista W do mesmo A imprensa catalana remonta ao século XIX, quando surgiram os primeiros periódicos, devendo se destacar entre os que tiveram vida mais longa o Catallão Ilustrado. A radiodifusão começou no município na década de 1950, na década seguinte o município recebia suas primeiras transmissões televisivas. Atualmente circulam no município um jornal diário, o Diário de Catalão, além de outros de maior periodicidade, sendo os mais antigos, o Dito & Feito, O Atheneu, O Catalão e Serradourada News, dentre outros. Ainda na área da comunciação, o município é servido por emissoras de rádios comunitárias, além de diversas gráficas e agências de publicidade e marketing, como a Gráfica São João, Gráfica Modelo, Planeta Marketing, Mundo Z... Catalão conta, em 2007, com seis emissoras de canal aberto, uma de canal fechado e duas de rádio convencionais (uma AM e outra FM): * TV Pirapitinga, transmitida de Catalão, canal 7 em VHF * TV Brasil Central, transmitida de Goiânia, canal 3 em VHF * TV Serra Dourada, transmitida de Goiânia, canal 54 em UHF * TV Paranaíba, transmitida de Uberlândia, canal 20 em UHF * TV Canção Nova, transmitida de Cachoeira Paulista, canal 24 em UHF * Rede Vida, transmitida de Goiânia, canal 10 em VHF * INA, Cabo com progamação local * Rádio Liberdade FM, 102.7 MHz * Rádio Cultura de Catalão AM, 570 kHz * Rádio Sucesso FM, 97,5 MHz[44] Naturais ilustres * Amado Batista, cantor e compositor de música popular [45] * William Agel de Mello, linguista, africanólogo, ensaísta, tradutor, latinófilo e diplomata [46] * Felicíssimo de Sena, jurista[47] * Amílcar del Chiaro, líder espírita [48] * Randolpho Campos, jornalista, farmacêutico, rábula, professor, editor, e poeta * Francisco Victor Rodrigues, emérito professor da UFRJ, escritor, médico,membro da Academia Nacional de Medicina * Wagner Estelita Campos, político,Ministro do TCU, professor da UnB, autor de "Chefia e Liderança" * Ivan Santana, escritor, autor de "Caixa Preta" entre outros best sellers * Jamil Sebba, intelectual, médico e escritor * Galeno Paranhos, político, único governador eleito de Goiás que nunca foi empossado * Gastão Wagner Souza Campos, sanitarista, intelectual, escritor * Frederico Campos, intelectual, músico, autor de "Georgina", "Del Prete", e o Hino de Catalão * Hugo Zorzetti, cineasta e dramaturgo * Marcos Fayad, psicólogo, ator, diretor e autor teatral, dramaturgo * Tharsis Campos, intelectual, jurista, fundador da OAB de Goiás